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O Compromisso cristão:
Uma escolha radical
-Mt 7:21-27

 

1. O perigo de uma profissão de fé simplesmente verbal (vs.21-23)
As pessoas que Jesus está descrevendo aqui estão confiando para a sua salvação em uma afirmação do credo, no que elas “dizem” a Cristo ou a respeito de Cristo. “Nem todo o que me diz” (v.21). “Muitos, naquele dia, hão de dizer” (v.22).
Mas o nosso destino final será estabelecido, Jesus insiste, não pelo que lhe dizemos hoje, nem pelo que lhe diremos no último dia, mas por fazermos o que dizemos, por estar a nossa profissão verbal acompanhada da obediência moral.
Uma profissão verbal de Cristo é indispensável. Para sermos salvos, escreveu Paulo, temos que confessá-lo com nossos lábios e crer em nossos corações (Rm.10:9-10).
Alguns até “profetizaram” em nome de Cristo, expeliram demônios e fizeram milagres. E não temos motivo  para  não  acreditar, pois, grandes sinais e prodígios são realizados por falsos profetas. (Mt.24:24; 2 Ts 2:9,10).
Jesus dirá a estes: “nunca vos conheci, apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.”
2. O perigo de um conhecimento meramente intelectual (vs.24-27)
Enquanto, no parágrafo anterior, o contraste era entre o “dizer” e o “fazer”, o contraste agora é entre o “ouvir” e o “fazer”. De um lado, diz Jesus, está a pessoa que ouve estas minhas palavras e as pratica (v.24) e, do outro, a pessoa que ouve estas minhas palavras e não as pratica (v.26). Depois ele ilustra o contraste entre os seus ouvintes, o obediente e o desobediente, com a sua conhecida parábola dos dois construtores, o homem sábio que “cavou” (Lc.6:48) e construiu a sua casa sobre a rocha, e o tolo que não queria se aborrecer com alicerces e contentou-se em edificar sobre a areia.

As duas casas não tinham diferença, a única diferença estava no alicerce. Da mesma maneira, os cristão professos (os genuínos e os espúrios) freqüentemente se parecem, ambos lêem a Bíblia, vão a igreja, ouvem os sermões e compram literatura cristã. Não podemos ver a diferença pois os alicerces de suas vidas estão ocultos aos nossos olhos. A verdadeira pergunta não é se ouvem os ensinamentos de Cristo (nem mesmo se respeitam ou crêem neles), mas se fazem o que ouvem. Apenas uma tempestade revelará a verdade. A tempestade do dia do juízo certamente o fará.
“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.”– (Tg 1:22-25)
“Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.” - (1JO 1:6)
“Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” – (1JO 2:4)